Sou psicóloga formada há 15 anos, com especializações em Psicologia Clínica e Psicologia Hospitalar. Atuo como psicanalista em formação clínica pelo Centro Lacaniano de Investigação da Ansiedade (CLIN-A), vinculado ao Instituto do Campo Freudiano, e participo de Cartel declarado à Escola Brasileira de Psicanálise (EBP).
Minha trajetória foi construída entre o consultório e instituições públicas e privadas. Atuei como psicóloga hospitalar em UTIs, oferecendo suporte a pacientes e familiares em momentos delicados, e no SUS, em serviços como ambulatórios de saúde mental, CAPS e unidades básicas de saúde, realizando atendimentos individuais e em grupo.
Essas experiências moldaram minha escuta para além da queixa imediata, me aproximando da singularidade de cada sujeito em sofrimento.
Meus atendimentos seguem a abordagem da psicanálise, que não busca moldar comportamentos ou oferecer respostas prontas. A psicanálise é um percurso - com tempo, escuta e construção - em que cada pessoa encontra, aos poucos, seus próprios caminhos.
A clínica é um espaço onde perguntas importam mais que respostas. Aqui, a escuta é ativa, atenta, sem julgamentos. O processo analítico é individual, único e respeita o tempo e a história de cada um.
Orientação ética e clínica fundamentada no tripé:
Atendimentos com escuta psicanalítica para:
Mais do que ausência de doenças, saúde mental é estar em contato com o que sentimos e com o que nos atravessa. Sinais de alerta podem incluir insônia, irritabilidade, tristeza persistente, dificuldade de concentração, esgotamento físico e mental, ou mesmo o sentimento de que “algo não está bem”. Nem sempre há um nome para o que se sente, mas há sempre um espaço possível de escuta.
É importante diferenciar o sofrimento cotidiano de um adoecimento psíquico. O sofrimento faz parte da vida, mas quando se torna constante, paralisante ou incompreensível, pode indicar que algo precisa ser escutado. A análise é um espaço que permite investigar esse sofrimento e dar lugar ao sujeito diante dele.
A adolescência é uma travessia marcada por mudanças intensas: físicas, emocionais e sociais. É um momento de construção da identidade e de reelaboração das relações com a família, amigos e consigo mesmo. A escuta clínica pode oferecer suporte para lidar com os desafios dessa fase e promover um espaço seguro para expressão e descoberta.
Vivemos tempos de excessos: de produtividade, de exigências, de cobranças. A vida adulta frequentemente nos distancia do cuidado com nós mesmos. Repetições de padrões que nos fazem mal, sensação de esgotamento, conflitos nos relacionamentos e questões sobre propósito são convites ao olhar analítico.
A análise permite reconhecer o que está em jogo em nossas escolhas e abrir espaço para novas possibilidades.
A psicanálise não é conselho, não é fórmula, não é receita.
É um espaço de fala, escuta e elaboração.
Ao invés de prometer soluções imediatas, ela permite que cada sujeito acesse aquilo que precisa ser escutado em sua própria história.
Cada processo é singular e intransferível.
O tempo da análise respeita o seu ritmo.
Você não precisa esperar o sofrimento virar urgência para buscar ajuda.
Entre em contato e agende um horário para entender melhor como funciona.